quinta-feira, 21 de março de 2013

AÇÃO EDUCATIVA NO DIA INTERNACIONAL DA ÁGUA


Em comemoração ao Dia internacional da Água - 22 de março, a Comissão de Responsabilidade Socioambiental fará ação educativa nas unidades do edifício sede e no Fórum Adv. José Barbosa de Araujo (SUDENE). Serão distribuídos adesivos que alertarão para a importância do uso responsável desse bem natural essencial, para serem afixados junto às torneiras dos banheiros e copas funcionais. Os adesivos também trarão o telefone para o qual se deve ligar em caso de vazamentos nos locais de trabalho, de modo a evitar situações de desperdício.

Os adesivos também serão enviados, posteriormente, para as demais unidades judiciárias da 6ª Região localizadas na região metropolitana e no interior do estado.

Esse trabalho faz parte do Projeto n.º 21 para o Uso Racional da Energia, Água e Papel, estabelecido pelo Planejamento Estratégico do TRT6, cuja a meta é reduzir em 4,5% o consumo per capita de água e energia e em 15% o consumo de papel até o ano de 2015.
Dicas de como usar racionalmente a água no trabalho:

  • Não deixe a torneira aberta sem que esteja usando e lembre-se de desligá-la;
  • Faça um levantamento em todas as torneiras, descargas sanitárias, chuveiros e caixas d'água existentes na sua unidade e verifique se existem vazamentos;
  • Comunique de imediato os vazamentos existentes à Coordenação de Engenharia da Manuntenção (CEMA) - Fone: 3424-9240;
  • Nos bebedouros, sirva-se de água na medida da sua sede, não despedice!

segunda-feira, 18 de março de 2013

DESCARTE ADEQUADO DE PILHAS E BATERIAIS


O Programa ABINEE Recebe Pilhas é uma iniciativa conjunta de fabricantes e importadores de pilhas e baterias portáteis, que uniram esforços visando atender à Resolução CONAMA 401/2008, responsabilizando-se pelo pós-consumo das seguintes marcas:

O projeto teve início em Novembro de 2010 com a finalidade de implantar os sistemas de logística reversa e destinação final, após o fim da vida útil, das pilhas comuns de zinco-manganês, pilhas alcalinas, pilhas recarregáveis e baterias portáteis.

O sucesso do Programa depende do apoio dos consumidores, para que não descartem suas pilhas e baterias portáteis usadas em lixo comum, mas sim as entreguem aos estabelecimentos onde adquiriram o produto, em assistências técnicas ou mesmo nos postos de recebimento.

Para outras informações, ligue gratuitamente para 0800 779 4500 ou acesse o link:
http://www.gmcons.com.br/gmclog/admin/VisualizarPostosMapaCliente.aspx

É importante lembrar que o TRT6 tem um programa de coleta de pilhas e baterias para os magistrados, servidores e jurisdicionados. Os pontos de coleta ficam no edifício sede e no Fórum José Barbosa de Araújo (SUDENE).

 
PONTOS DE COLETA NO GRANDE RECIFE:


BOMPREÇO ARRUDA
AV. BEBERIBE, 1165
ARRUDA
RECIFE
BOMPRECO SUPER DO NORD LTDA - HIPER OLINDA
AVENIDA GOVERNADOR CARLOS DE LIMA CAVALCANTE, 1306
BAIRRO NOVO
OLINDA
CARREFOUR - BOA VIAGEM
RUA FRANCISCO CORREIA DE MORAIS,100
IMBIRIBEIRA
RECIFE
CARREFOUR - CCI - CD - JABOATÃO DOS GUARARAPES
RUA FERNANDO DE NORONHA, 51
MURIBECA
JABOATÃO DOS GUARARAPES
CARREFOUR - DOMINGOS FERREIRA
R. FRANCISCO DA CUNHA, 919
BOA VIAGEM
RECIFE
CARREFOUR - RECIFE
RUA JOSÉ BONIFÁCIO 1315 CARREFOUR COMÉRCIO E INDÚSTRIA LTDA
TORRE
RECIFE
PÃO DE AÇUCAR LOJA 1294
AVENIDA CONSELHEIRO ROSA E SILVA, 614
AFLITOS
RECIFE
PÃO DE AÇUCAR LOJA 1369
AVENIDA ENGENHEIRO DOMINGOS FERREIRA, 1818
BOA VIAGEM
RECIFE
PÃO DE AÇUCAR LOJA 1369
AVENIDA ENGENHEIRO DOMINGOS FERREIRA,1818
BOA VIAGEM
RECIFE
PÃO DE AÇUCAR LOJA 1371
RUA BENFICA, 715
MADALENA
RECIFE
PÃO DE AÇUCAR LOJA 1379
AVENIDA CAXANGÁ, 2900
CORDEIRO
RECIFE
PÃO DE AÇUCAR LOJA 1381
AVENIDA CONSELHEIRO AGUIAR, 4483
BOA VIAGEM
RECIFE
PÃO DE AÇUCAR LOJA 1383
AVENIDA JOÃO DE BARROS, 1497
ENCRUZILHADA
RECIFE
PÃO DE AÇUCAR LOJA 2304
RUA SÃO MIGUEL, 795
AFOGADOS
RECIFE
PÃO DE AÇUCAR LOJA 2360
RUA DOM BOSCO, 913
BOA VISTA
RECIFE
PÃO DE AÇUCAR LOJA 2377
RUA DESEMBARGADOR GÓIS CAVALCANTE, 261
PARNAMIRIM
RECIFE
PHILIPS - A CARNEIRO & CIA LTDA
RUA DA AURORA, 573 - LJ 2/3
BOA VISTA
RECIFE
PHILIPS - COSEL COM COMP SERV ELETR
RUA GENERAL JOAQUIM INÁCIO
ILHA DO LEITE
RECIFE
PHILIPS - RECIFE
AVENIDA GETÚLIO VARGAS, 3560
CURADO
RECIFE
WAL - MART HIPER CASA FORTE
PRAÇA JORNALISTA FRANCISCO PESSOA DE QUEIROZ Nº 23
SANTANA
RECIFE
WAL MART - CD MURIBECA
AVENIDA EIXO DE INTEGRAÇÃO, S/N - LOTE 28 A
MARCOS FREIRE
JABOATÃO DOS GUARARAPES
WAL MART - HIPER BOA VIAGEM
RUA PADRE CARAPUCEIRO, 800
BOA VIAGEM
RECIFE
WAL MART - HIPER RECIFE - B320
AVENIDA CAPITÃO GREGÓRIO DE CALDAS, 121
AREIAS
RECIFE
WAL MART - HIPER TACARUNA
AVENIDA GOVERNADOR AGAMENON MAGALHÃES, 153
SANTO AMARO
RECIFE
WAL MART - HO RECIFE
AVENIDA CAXANGÁ, 3841 BOMPREÇO S.A. - SUPERMERCADO DO NORDESTE
IPUTINGA
RECIFE
WAL MART - MAG SHOPPING
RUA PADRE CARAPUCEIRO, 777
BOA VIAGEM
RECIFE
WAL MART - SAMS CLUB
AVENIDA MARECHAL MASCARENHAS DE MORAIS, 3402
IMBIRIBEIRA
RECIFE
WAL MART - SUPER AFLITOS
AVENIDA CONSELHEIRO ROSA E SILVA, 1644
JAQUEIRA
RECIFE
WAL MART - SUPER BENFICA
RUA BENFICA, 870
MADALENA
RECIFE
WAL MART - SUPER C. AGUIAR
AVENIDA CONSELHEIRO AGUIAR, 4930
BOA VIAGEM
RECIFE
WAL MART - SUPER C. AMARELA
RUA DONA ANA XAVIER, 35
CASA AMARELA
RECIFE
WAL MART - SUPER D. FERREIRA
AVENIDA ENGENHEIRO DOMINGOS FERREIRA, 1380
BOA VIAGEM
RECIFE
WAL MART - SUPER ESPINHEIRO
AVENIDA CONSELHEIRO ROSA E SILVA, 902
JAQUEIRA
RECIFE
WAL MART - SUPER P. AMORIM
PRAÇA PARQUE AMORIM, 34
BOA VISTA
RECIFE
WAL MART - SUPER SH RECIFE
RUA PADRE CARAPUCEIRO, 777 SHOPPING CENTER RECIFE
BOA VIAGEM
RECIFE
WAL MART - TODO DIA AFOGADOS
ESTRADA DOS REMÉDIOS, 162
AFOGADOS
RECIFE
WALL MART - SUPER ARRUDA
AVENIDA BEBERIBE, 1165
ARRUDA
RECIFE
WAL-MART HPER CASA FORTE
PRAÇA JORNALISTA FRANCISCO PESSOA DE QUEIROZ, 23
SANTANA
RECIFE

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Ministério da Saúde recomenda eliminação do uso de amianto crisotila no país

“O Ministério da Saúde recomenda a eliminação de qualquer forma de uso do amianto crisotila em todo o território nacional”,  disse nesta sexta-feira (24) o diretor do Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador na Secretaria de Vigilância da Saúde, vinculada ao Ministério da Saúde, Guilherme Franco Netto, durante audiência pública promovida pelo Supremo Tribunal Federal para debater com especialistas de diversos setores a utilização do amianto na indústria brasileira. Segundo ele, está provado cientificamente que o produto é cancerígeno e que o Brasil tem tecnologia e matérias-primas para substituí-lo totalmente em seu território.

Franco Netto, que participou do evento representando o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse também que o Ministério da Saúde recomenda, ainda, a adequada gestão ambiental dos resíduos do amianto e a identificação e o acompanhamento rigoroso da população a ele exposta.

Ele apresentou dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), segundo os quais atualmente 125 milhões de trabalhadores em todo o mundo estão expostos aos efeitos maléficos do asbesto-amianto (ou amianto crisotila), e um terço dos cânceres ocupacionais são causados pela inalação de fibras de amianto. Ainda segundo ele, a OMS estima 100 mil mortes causadas pelo amianto. Nos Estados Unidos, a estimativa é de 67 mil óbitos por ano. E tais cânceres, de acordo com o especialista, apresentam morbidade de 80% a
90%, conforme dados levantados nos primeiros 12 anos de seu diagnóstico.

Risco
Trata-se, segundo ele, de fibras mais finas que um cabelo humano, que se espalham a longas distâncias e penetram facilmente no sistema respiratório humano. E seus efeitos maléficos só aparecem ao longo do tempo, podendo o câncer por ele causado aparecer somente 30 a 40 anos depois da inalação.

Ele esclareceu que as pessoas mais expostas ao amianto crisotila são, além dos próprios trabalhadores que lidam diretamente com o produto, seus familiares – que têm contato com ele, seus objetos e suas roupas –, pessoas que residem próximas de indústrias e locais de extração do produto ou que tenham alguma relação com sua extração, utilização, manipulação e transporte.

Franco Netto citou dados segundo os quais, somente no Sistema Único de Saúde (SUS) foram registrados, entre 2008 e 2011, 25.093 casos de cânceres provocados pelo amianto e, no período de 2000 a 2011, 2.400 óbitos. Os casos de óbitos, segundo ele, seguem a curva do aumento do uso do produto.

Sob o aspecto econômico, ele apresentou dados que indicam que, somente no SUS, foram gastos, em 2011 e 2012, R$ 291,871 milhões com o tratamento quimioterápíco, cirurgias oncológicas, internações em unidades de terapia intensiva (UTIs) e leitos, sem incluir tratamentos ambulatoriais. E esses gastos poderiam ser evitados se o Brasil utilizar sucedâneos do amianto crisotila, ressaltou.

Dificuldades

Franco Netto admitiu que há uma fragilidade no controle da doença por parte do Ministério da Saúde, uma vez que uma liminar do Superior Tribunal de Justiça (STJ), concedida em mandado de segurança, impede o cumprimento da Portaria 1.851/96 do Ministério, que obriga as empresas que lidam com amianto a encaminharam listagens de trabalhadores expostos aos riscos do amianto.

Colaborou: Sandra Dubeux - Gabinete Desembagador Pedro Paulo.

Especialista em medicina do trabalho afirma que não há uso seguro do amianto

A audiência pública que se realiza no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o uso do amianto crisotila ouviu no início da tarde desta sexta-feira (24) o médico René Mendes, professor e especialista em saúde pública e em medicina do trabalho.

De acordo com René Mendes, não se pode falar em uso seguro ou uso controlado do amianto, pois “não existem limites de tolerância”. Segundo ele, qualquer número de mortes deve ser levado em conta na proibição do uso do amianto, pois “qualquer morte acima de zero, sendo evitável, não pode ser aceita pela sociedade”.

Na opinião do médico, que falou em nome da Associação Nacional de Medicina do Trabalho e da Associação Brasileira de Expostos ao Amianto, “enfocar a questão do amianto pela perspectiva do risco é correto e estruturante”, pois, segundo ele, o amianto crisotila é transformado de perigo em risco. O perigo é representado quando o mineral “estava dormindo na mina” e passa a ser risco quando é extraído e disseminado, conforme explicou.

Ele informou que o Brasil exporta cerca de dois terços do que produz de amianto para países como Índia, Indonésia, Tailândia, Malásia, Emirados Árabes e Irã, “que não se destacam por seu nível de direitos humanos e de respeito aos seus cidadãos”.

Colaborou: Sandra Dubeux - Gabinente Desembargador Pedro Paulo

Representante do MMA apresenta impactos ambientais sobre o uso do amianto

Os impactos ambientais decorrentes do uso do amianto desde a fase da mineração até o manejo correto dos resíduos do produto foram apresentados na audiência pública convocada pelo Supremo Tribunal Federal pela diretora de Qualidade Ambiental da Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade
Ambiental, ligada ao Ministério do Meio Ambiente (MMA), Sérgia de Souza Oliveira.

Ela afirmou aos participantes que o amianto está praticamente banido em vários países e que essas nações buscaram alternativas viáveis ao uso do mineral. No entanto, revelou que os estudos sobre os impactos dessas fibras alternativas ainda são insubsistentes. Sérgia Oliveira disse que o amianto é conhecido por seu caráter “indestrutível”, diante de sua resistência ao calor e ao fogo, e que produz um impacto ambiental significativo devido ao seu poder de dispersão e de alta liberação de magnésio.

A representante do Ministério do Meio Ambiente apresentou fotos para ilustrar as diferentes formas de manuseio incorreto de produtos à base de amianto na construção civil, na mineração, e até no uso doméstico de caixas d’água como recipientes para aquários. Os exemplos levaram a especialista a
alertar sobre a dificuldade de controle dos resíduos. Ela afirmou que o amianto não tem como ser degradado por organismos aquáticos e que sua dispersão ocorre por escoamento, uma vez que o produto não é absorvido pelo solo.

Segundo Sérgia Oliveira, a avaliação de risco do uso do amianto é diretamente proporcional à exposição. “A redução do uso e da exposição ao amianto leva à redução do risco”, disse ela, ao informar que desde o início da década de 1980 o governo federal vem se preocupando com a questão do uso do amianto no Brasil e as consequências para a saúde pública e o meio ambiente.

O Brasil é um dos cinco maiores produtores de amianto do mundo e um dos principais exportadores do produto, sendo a produção proveniente da mina Cana Brava, na cidade de Minaçu, em Goiás. Diante da colocação do país no comércio mundial de amianto, o Brasil integra duas convenções internacionais que abordam o tema: a Convenção de Basiléia, que trata do “Controle dos Movimentos Transfronteiriços de Resíduos Perigosos” e a Convenção de Roterdã, que “regula o comércio internacional de produtos
químicos perigosos”.
Colaborou: Sandra Dubeux - Gab. Desembagador Pedro Paulo.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

1ª CORRIDA E CAMINHADA EM HOMENAGEM ÀS MULHERES DO TRT6.

Em comemoração a Dia Internacional da Mulher, o Núcleo de Saúde do TRT6 convida magistrados, servidores e seus dependentes de ambos os sexos para participarem da 1ª Corrida e Caminhada em Homenagem às Mulheres, que se realizará no dia 09 de fevereiro de 2013, às 16h. O local de concentração será no estacionamento lateral do edifício sede.

Além da homenagem, o evento também visa estimular à prática de exercícios físicos e a adoção de hábitos saudáveis entre os magistrados(as) e servidores(as) e seus dependentes, contribuindo com o objetivo estratégico de “Promover ações que visem à melhoria da qualidade de vida e segurança das pessoas”.

As inscrições poderão ser realizadas pela Intranet até o dia 28 de fevereiro, por meio do ícone do Programa de Saúde da Mulher, aonde os interessados terão acesso ao formulário eletrônico e ao regulamento do evento. É importante que todos os que queiram participar leiam e concordem com o teor deste documento.

Os inscritos deverão contribuir com 1 Kg de alimento não perecível nas unidades do Núcleo de Saúde no edifício sede ou SUDENE ou, ainda, no dia corrida/ caminhada. Os alimentos serão destinados a instituições sociais que atuam no segmento da mulher.

A 1ª Corrida e Caminhada em Homenagem às Mulheres do TRT6 conta com a parceria da AAPJUSTRA6, ASTRA6, CENTRO CULTURAL PAULO CABRAL, SINTRAJUF, CAIXA ECONÔMICA e BRADESCO.

Clique aqui para abrir o formulário de inscrição.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Estudo aponta que Brasil terá Copa mais poluente da história

Consultoria aponta que, durante o Mundial que vai ocorrer em 12 sedes do território brasileiro, deverão ser gerados mais de 3 milhões de tCO2e, maior índice já registrado.

Único país com cinco títulos da Copa do Mundo, o Brasil pode também entrar para a história da competição de outra maneira, não tão positiva quanto à marca anterior.

Segundo um estudo realizado pela consultoria Personal CO2 Zero, que analisa o impacto do Mundial na atmosfera através da emissão de tCO2e (toneladas de gás carbônico), o Brasil vai promover o evento mais poluente da história.

A pesquisa apontou que, durante a Copa que vai ocorrer em território brasileiro, deverão ser gerados mais de 3 milhões de tCO2e. Para se ter uma ideia, há dois anos, na África do Sul, o mesmo evento registrou 2,7 milhões tCO2e.

As viagens de avião, que serão o principal meio de deslocamento entre as 12 cidades-sede da Copa, foram apontadas no estudo como os principais fatores que contribuirão para o aquecimento global, sendo responsáveis por 60% dos gases emitidos enquanto o torneio acontece.

A medição ainda mostrou que alimentação (29%), deslocamento terrestre (7,2%), energia com estadias (1,9%), resíduos sólidos (1,5%), e infraestrutura dos estádios (0,5%), também terão grande peso no ranking de poluição.

Já entre as sedes, as capitais São Paulo, Salvador, Natal e Rio de Janeiro responderão por 56,7% das emissões de gás estufa, considerando apenas a construção dos estádios e investimentos em infraestrutura (mobilidade + aeroportos).

Pelo mesmo critério, a cidade menos poluidora será Recife, segundo o levantamento, com 1,4% das emissões, ou 104.793 tCO2e.

A consultoria utilizou como base de cálculo o consumo médio em MWh (Megawatt-hora) por assento, envolvendo os 10 estádios da Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, projetando esta referência para as 12 arenas esportivas brasileiras, conforme capacidades e número de jogos.

Com isso, considerando o ciclo de vida como de 30 anos, o estádio do Castelão, em Fortaleza, foi apontado como o mais poluente na Copa de 2014, com 197,98 tCO2e.

Em seguida, Dunas, em Natal, com 153,18 tCO2e, e Mané Garrincha, em Brasília, com 139,24 tCO2e, completam a lista dos estádios mais nocivos ao meio ambiente.


Fonte: Universidade do Futebol

Colaborou: Sandra Dubeux - Gabinete Desembagador Pedro Paulo.

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